MONEY, L’ARGENT É O QUE PRECISAMOS?

moneyMoney, L’Argent, dinheiro ou como venham chamar é o motor que realiza a maior parte das ações no nosso mundo capitalista. Nos projetos e nos eventos não é diferente. Porém, a cada dia, mais e mais, ações colaborativas e cooperativas vão nascendo em todo o mundo. Conseguir os investidores requer cada vez mais técnica e estratégia. Trabalho duro.

Nesta nova forma de relacionamento, para tentar viabilizar os projetos, há a necessidade de muito mais do que o capital, há a necessidade de uma boa comunicação e entendimento das possibilidades para efetivar a realização da proposta.  Continuar lendo

10 DICAS OBVIAS SOBRE CAPTAÇÃO

captaçãoJá falei sobre captação mas vale falar de novo sobre o assunto, pois vejo que é um problema para as  pessoas que formatam projetos, acreditam no seu sonho mas não são proativos e abertos às novas possibilidades da captação de recursos. Muitos ainda estão “presos” nas leis. Por isso preparei mais estas 10 dicas para você pensar na captação de recursos do seu projeto:

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FINANCIAMENTO COLETIVO

O que a Kickstarter e a Indiegogo tem em comum? Ambas ajudaram a realizar um sonho de milhões de dólares para produtores de cinema. Estes dois portais de financiamento coletivo, o famoso “Crowdfunding”, tiveram em suas plataformas filmes e documentários que ultrapassaram a marca dos 2 milhões de dólares, por projeto, e que já estão em produção.

Nestas, e em outras plataformas por todo o mundo, milhares de projetos da área de cinema, música e outros estão lá para ser patrocinado. E vão conseguir.

"FINANCIAMENTO COLETIVO"Zach e Adam Braff do filme Wish I Was Here”, lançado em julho de 2014 nos EUA e estrelado por Zach Braff e Kate Hodson, podem comprovar esse feito. O projeto do filme entrou na Kickstarter em abril de 2013 com uma campanha para arrecadara dois milhões de dólares. Em 24 de maio de 2014, fim da campanha tinha arrecadado 3.105.473 milhões de dólares de 46.520 pessoas de todo o mundo. Continuar lendo

CROWDFUNDING É UMA BOA IDÉIA, MAS FOI RECRIADA

@criativo2

IMAGEM montada PUBLICADA NA REVISTA www.fastcompany.com – na matéria THE APP’S THE THING: SHAKESPEARE, REBOOTED – por BY DAVID ZAX (direitos reservados)

Crowdfunding, com suas ferramentas on line, é uma modernidade que surgiu a pouco no mundo. Mais recentemente no Brasil.  Crowd – multidão e Funding – financiamento é uma forma de fazer com que os interessados no nosso produto ou serviço possam adiantar o dinheiro para esta produção e só depois receber o mesmo.

Porém, a ferramenta on line é novidade, mas o sistema não. Shakespeare provavelmente é o precursor de financiamentos coletivos. Sem dinheiro para todas as produções de um teatro onde era um tipo de sócio, ele arrecadava dos apoiadores verbas antecipadas para produção de peças. Estes apoiadores teriam depois lugar cativo e VIP para as apresentações. Continuar lendo

CAPTAÇÃO DE RECURSOS PARA SUA ONG

Captação de recursos

Há diversas formas de captação de recursos que podem ser utilizadas por sua ONG: venda de produtos, organização de eventos, produção de materiais,  contratos de prestação de serviços, entre outras opções. Além dessas formas que integram a atividade habitual da entidade, sua ONG pode valer-se das doações dedutíveis do imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas, patrocínios, subvenções e auxílios etc.

Por ser frequente, porém, autilização de uma forma de captação de recursos por outra, não raro, entidades do Terceiro Setor firmam contratos de parceria inserindo cláusula específica informando a doação de determinado valor em contrapartida à realização de um serviço, de um evento ou de uma atividade, o Terceiro Setor Online compilou informações essenciais para orientá-lo a captar recursos para sua ONG e desenvolver uma campanha de captação de recursos eficaz.

Salientamos, porém, que esta prática do uso de uma forma de captação de recuros por outra, além de deixar sua ONG à margem da lei, assim como a pessoa física ou empresa contratante,  enfraquecendo a marca e a credibilidade de ambas, pode gerar problemas e insegurança jurídica, bem como dificuldades para desenvolver estratégias sustentáveis de desenvolvimento e captação de recursos.

Doação

A doação é um contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para outras, conforme dispõe o artigo 538 Código Civil. Este contrato é:

 unilateral: envolve prestação de apenas uma parte (doador);

• Gratuito: tem como propósito uma liberalidade;

 Consensual: é aperfeiçoado com a união da vontade do doador e do donatário;

• Solene: por imposição legal, deve ser realizado de forma escrita, mediante escritura pública ou contrato particular, conforme dispõe o artigo 541 do Código Civil.

A doação pode ser:

(a) pura, consistindo em mero benefício do donatário, sem qualquer contrapartida;

(b) remuneratória: feita com o propósito de pagar um serviço prestado pelo donatário, que não o exigiu;

(c) com encargo: impondo-se ao donatário uma contraprestação que ele deve cumprir e da qual resulta uma vantagem para o doador ou para um terceiro.

Nos dois últimos casos, a doação não perde o caráter de liberalidade, no excedente ao valor dos serviços remunerados ou do encargo imposto, conforme dispõe o artigo 540 do Código Civil. Dessa forma, o valor que exceder o serviço prestado ou o montante do encargo, constitui liberalidade.

Na doação com encargo, na forma do artigo 553 do Código Civil, quando ocorre o inadimplemento do encargo por parte do beneficiário, o doador pode revogar a liberalidade.

Restrições à liberdade de doar

 A doação é ato voluntário, mas a lei estabelece restrição à liberdade de doar, consignando que é nula a doação de todos os bens sem reserva de parte, ou renda suficiente para a subsistência do doador, bem como a doação quanto à parte que exceder à de que o doador, no momento da liberalidade, poderia dispor em testamento.

Revogação da doação

A doação pode ser revogada, na forma do artigo 556 do Código Civil, por descumprimento do encargo ou por ingratidão do donatário, cujas causas estão previstas no artigo 557:

 se o donatário atentou contra a vida do doador ou cometeu crime de homicídio doloso contra ele;

 se cometeu contra ele ofensa física;

• se o injuriou gravemente ou o caluniou;

 se, podendo ministrá-los, recusou ao doador os alimentos de que este necessitava.

A revogação também pode ocorrer quando o ofendido for o cônjuge, ascendente, descendente, ainda que adotivo, ou irmão do doador.

Ademais, a revogação por qualquer desses motivos deverá ser pleiteada dentro de um ano, a contar de quando chegue a conhecimento do doador o fato que a autorizar, e de ter sido o donatário o seu autor, na forma do artigo 559 do Código Civil.

Todavia, não se revogam por ingratidão as doações:

         puramente remuneratórias;

         as oneradas com encargo já cumprido;

         as que se fizerem em cumprimento de obrigação natural

Neste caso, a revogação não pode prejudicar os direitos adquiridos por terceiros e também não obriga o donatário a restituir os frutos percebidos antes da citação válida; mas sujeita-o a pagar os posteriores e, quando não possa restituir em espécie as coisas doadas, a indenizá-la pelo meio-termo do seu valor, na forma do artigo 563 do Código Civil.

Reversibilidade dos bens

 Na forma do artigo 547 do Código Civil, o doador pode estipular que os bens doados voltem ao seu patrimônio, se sobrevier ao donatário. Todavia, esta cláusula não prevalece em favor de terceiro.

Uso indevido da doação

 É frequente o uso de contratos de doação que não tem propriamente esta natureza. Não raras vezes, as associações e fundações utilizam-se erroneamente desta forma de contratação.

Muitas entidades do Terceiro Setor tratam como doações as relações com naturezas jurídicas diversas. Porém, essas relações cotidianas não têm em sua essência a mera liberalidade na transferência de bens ou vantagens.

Ao não dar a característica jurídica adequada ao negócio celebrado, o ato passará a ter sua validade questionável, prejudicando a exigibilidade da prestação na hipótese de não cumprimento do contrato. Assim sendo, é de fundamental importância que haja clara identificação da natureza jurídica do negócio celebrado, ficando claro também o momento da extinção do vínculo entre as partes.

Acordada a doação, recomenda-se a elaboração de um contrato, observando-se alguns elementos essenciais, são eles: a) o tipo de doação, se pura e simples ou com encargos (existência de contrapartidas); b) especificação e quantificação dos recursos financeiros, bens ou serviços; c) normas sobre a manutenção e destinação dos recursos financeiros ou bens; d) previsão das hipóteses para revogação da doação, quando com encargos e da reversão ou não dos bens; e) a vinculação da verba para projetos específicos ou a permissão da livre disposição dos valores recebidos; f) modo de avaliação dos resultados da aplicação dos recursos ou bens; g) uso da marca e do nome dos envolvidos; h) prazos.

Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação

 O ITCMD – Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação – incide sobre a transmissão de qualquer bem ou direito havido por doação, sendo responsável pelo recolhimento o beneficiado pela doação.

Todavia, observados os requisitos da lei, que é de competência dos estados, podem as associações e fundações requerer a isenção.

 

Patrocínio

Patrocínio é a transferência gratuita, a pessoa física ou jurídica de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos, de recursos financeiros para a realização de projetos culturais, com finalidade de publicidade; bem como a cobertura de gastos ou utilização de bens móveis ou imóveis, do patrimônio do patrocinador, sem transferência de domínio, para a realização de projetos culturais, por pessoa física ou jurídica, de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos.

O patrocínio é uma modalidade de incentivo prevista na Lei n° 8.313/91, amplamente conhecida como Lei Rouanet.

Subvenções Sociais

 Subvenções Sociais são as transferências destinadas a cobrir despesas de custeio de entidades beneficiadas, públicas ou privadas, de caráter assistencial ou cultural, sem finalidade lucrativa, conforme dispõe o artigo 12, parágrafo 3º da Lei n° 4.320/64.

A subvenção é concedida às entidades sem fins lucrativos que prestarem serviços essenciais de assistência social, médica e educacional, de forma suplementar aos recursos de origem privada.

Auxílios

Os auxílios consistem em dotações derivadas da Lei do Orçamento que constituem transferência de capital para investimento, independentemente de contraprestação direta de bens ou serviços, conforme dispõe o artigo 12, parágrafo 6º da Lei n° 4.320/64.

As entidades sem fins lucrativos precisam preencher alguns requisitos para gozar do auxílio, dentre os quais destaca-se:

a) ser entidade de atendimento direto e gratuito ao público, voltada ao ensino especial, ou representativas da comunidade escolar das escolas públicas estaduais e municipais do ensino fundamental, ou ainda unidades mantidas pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade (CNEC);

b) ser cadastrada junto ao Ministério do Meio Ambiente;

c) direcionar-se para as ações de saúde e de atendimento direto e gratuito ao público, prestadas pelas Santas Casas de Misericórdia e demais entidades filantrópicas.

 

Incentivos fiscais para doação

Feitas por Pessoas Físicas

As pessoas físicas interessadas em fazer doações e obter vantagens fiscais podem promover:

(a) doações aos fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente;

(b) doações destinadas a projetos culturais e artísticos;

(c) doações destinadas à atividade audiovisual

As doações feitas por pessoas físicas diretamente a entidades do Terceiro Setor não são incentivadas.

Feitas por Pessoas Jurídicas

As Pessoa Jurídicas tributadas pelo regime do lucro real interessadas em fazer doações incentivadas, podem promover:

(a) doações para entidades, sem fins lucrativos, que possuam título de Utilidade Pública ou que sejam qualificadas como OSCIP;

(b) doações para instituições de ensino e pesquisa;

(c) doações destinadas a projetos culturais e artísticos;

(d) doações para os Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente;

(e) doações destinadas à atividade audiovisual.

As doações feitas por Pessoa Jurídicas tributadas pelo Simples ou pelo lucro presumido ou arbitrado não são incentivadas.

Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente

Doações de valores

 a) Por Pessoas Físicas

As pessoas físicas interessadas em fazer doações para os Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente, nos âmbitos federal, estadual e municipal, podem deduzir o valor correspondente a 6% do valor do imposto sobre a renda devido.

Todavia, o valor correspondente a 6% é o limite máximo de dedução feitas aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente, aos projetos abrangidos pela Lei Rouanet e pelas atividades audiovisuais, não havendo aplicação de limites específicos dessas deduções.

b) Por Pessoas Jurídicas

 As Pessoa jurídicas interessadas em fazer doações para os Fundos podem o valor correspondente a 1% do valor do imposto sobre a renda devido. Podem doar aquelas tributadas com base no lucro real.

Doações de bens

As pessoas físicas e jurídicas podem doar bens aos Fundos. O valor utilizado para cálculo das deduções é aquele que serviu de base para o recolhimento do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação – ITCMD.

As porcentagens de dedução são iguais às de doações de valores.

(do site http://www.terceirosetoronline.com.br)

PATROCÍNIO DESVINCULADO DE LEIS DE INCENTIVO

ResolviPATROCINIO escrever este texto pois há muito venho dizendo, ao pessoal da cultura principalmente, que elaborar projetos e procurar PATROCÍNIO não está vinculado ao cadastro em leis de incentivo ou editais. Projetos e patrocínio devem e acontecem independente de se cadastrar ou não em uma lei ou edital.

Para entender um pouco mais trouxe o primeiro “mecenas”: Gaius Maecenas ou Caio Cílnio Mecenas (68-8 a.C.), conselheiro do imperador Cesar Augusto o filho de Júlio César. Ele criou a sua volta a permanência de amigos intelectuais e artistas. Era um patrocinador de todos, tornando-se um modelo para vários outros governantes e pessoas importantes. Tudo isso sempre com a intenção também de melhorar a própria imagem. Desde então, com toda essa fama e modelo copiado, o termo “mecenas” se tornou adjetivo para aqueles que patrocinavam as artes e os seus artistas. E claro esse patrocínio veio sempre com a contrapartida da fama e da boa imagem para quem o fazia.

Passados muitos e muitos anos ainda hoje as belas artes e agora muito mais a cultura em sua totalidade abrangendo a culinária, patrimônio, línguas, costumes e tal, está ainda dependente, e com razão, dos “mecenas”, dos patrocinadores que por aí buscamos. O mecenato, ou PATROCÍNIO, tem basicamente três pontos de atuação: o marketing, o cultural e o social. Nas duas últimas áreas vem sendo desenvolvido e pensado os incentivos fiscais para que seja mais efetivo a participação de empresas e pessoas físicas. Ponto positivo.

Principalmente na área da cultura, no Brasil, temos leis federais, estaduais e municipais. As leis federais trabalham com incentivos às empresas e pessoas físicas através do IR, podendo o patrocinador descontar do imposto o valor patrocinado. As leis estaduais trabalham com incentivos através do ICMS. As leis municipais são variáveis de acordo com o município e trabalham com o IPTU e ISS para os incentivos. E a “grosso modo”, a empresa deposita na conta do projeto o valor X, guarda o recibo e na hora de pagar o imposto faz o abatimento de acordo com as normas.

Muito legal né? Só que com essa prática, e com o aumento dos cursos sobre projetos, produção, captação de recursos e outros, tem se deixado, erroneamente, a impressão de que as leis de incentivo e editais estão vinculados aos projetos e vice-versa. Com a quantidade de novos projetos e novas possibilidades estão quase todos, patrocinadores e patrocinados, VICIADOS em patrocínios apenas via leis de incentivo. Ponto negativo.

Quando se elabora e escreve um projeto o principal objetivo dever ser realiza-lo, de uma forma ou de outra. Muita gente me procura para auxiliar nos problemas com captação. Costumo dizer sempre que o mais fácil é escrever e aprovar um projeto, o difícil, mesmo é vender o projeto para um possível patrocinador. Portanto há de se entender que o patrocínio é a peça fundamental para realizar os projetos e para isso não necessariamente deverá acontecer vinculando uma lei de incentivo. Essa prática está viciando o mercado que cada vez só quer patrocinar se tiver um benefício fiscal.

 

A INTELIGÊNCIA é entender que PATROCÍNIO É DESVINCULADO DAS LEIS DE INCENTIVO. Patrocínio é uma via de mão dupla, é um ganha X ganha. Mas, sendo você o maior interessado, deverá então construir os argumentos necessários para o convencimento. Vender também é uma arte. E ela pode acontecer sem uma lei de incentivo e se por acaso houver, ela tem que ser a “cereja do bolo”. E sobre vendas falo na próxima vez.

Eu estou a disposição pra gente conversar e trocar Ideias.  Gostou? Curta, Comente, envie SEUS COMENTÁRIOS e dicas. Mas principalmente compartilhe, CONHECIMENTO TEM QUE CIRCULAR. 😉

CROWDFUNDING UMA IDÉIA PRA SER USADA

crowdfundingO que a Kickstarter e a Indiegogo tem em comum? Ambas ajudaram a realizar um sonho de milhões de dólares para produtores de cinema. Estes dois portais de financiamento coletivo, o famoso “Crowdfunding”, tiveram em suas plataformas filmes e documentários que ultrapassaram a marca dos 2 milhões de dólares, por projeto, e que já estão em produção.

Nestas, e em outras plataformas por todo o mundo, milhares de projetos da área de cinema, música e outros estão lá para ser patrocinado. E vão conseguir.

crowdfunding 2Zach e Adam Braff do filme Wish I Was Here”, lançado em julho de 2014 nos EUA e estrelado por Zach Braff e Kate Hodson, podem comprovar esse feito. O projeto do filme entrou na Kickstarter em abril de 2013 com uma campanha para arrecadara dois milhões de dólares. Em 24 de maio de 2014, fim da campanha tinha arrecadado 3.105.473 milhões de dólares de 46.520 pessoas de todo o mundo.

Assim também tem sido a história cada vez mais constante e real de milhares de profissionais da cultura em todo o mundo. No cinema, área musical, na literatura, em projetos sociais, esportes, ONGs etc. 6 bilhões de dólares já são movimentados mundialmente onde uma média de quase 30% dos projetos atinge o seu objetivo ou até ultrapassam.

Crowdfunding ou simplesmente FINANCIAMENTO COLETIVO é a prática do financiamento de um projeto ou empreendimento, conseguindo contribuições a partir de um grande número de pessoas, normalmente através da Internet. É uma ferramenta para empreender e realizar projetos.

O modelo do financiamento coletivo funciona numa tríade com três atores: o criador do projeto que tem a idéia; indivíduos ou grupos que apóiam a idéia e uma plataforma (site) que sustenta a idéia e recebe as contribuições.

Cada plataforma trabalha de uma maneira com relação à sua forma de remuneração. Os valores podem variar de 5 a 20% do valor do projeto dependendo da forma de trabalho. Existem sites que são o “tudo ou nada”, ou seja, você recebe tudo se conseguir o montante pedido ou eles devolvem tudo para os doadores caso não consiga. Existem sites mais flexíveis que tem metas para o mesmo projeto, mas te cobram os resultados. E tem os que ainda permitem que sua captação, dentro de um prazo estabelecido, supere o valor inicial.

O financiamento pode ser de qualquer valor, sem nenhum retorno palpável. Pode ser por cotas ou por valores estipulados ou ainda pode ser pelo sistema onde o “patrocinador” compra antecipadamente o produto para receber quando o projeto atingir o valor necessário de produção.

MAS FIQUE ESPERTO, NÃO É MÁGICA NÃO!!! COMO TUDO, VAI DEPENDER SEMPRE DE VOCÊ.

As plataformas são apenas as ferramentas. Elas te ajudam a mostrar para o público o seu projeto, ajuda a formalizar, controlar e facilitar as doações. Além disso, esta plataforma tem milhares de projetos ancorados “concorrendo” com o seu.

Portanto, para conseguir um bom resultado, faça o dever de casa, o principal é que você também participe e participe efetivamente das divulgações e prospecções em suas redes sociais e entre clientes, fãs e amigos. A campanha é principalmente sua e da sua equipe de trabalho.

No Brasil já temos vários sites que oferecem este serviço que tem um grande potencial de crescimento aqui no Brasil, segue alguns que eu lembro agora:

Pague Pra Ver – Idéias Criativas – www.paguepraver.net.br  / Bicharia – http://www.bicharia.com.br / Benfeitoria – http://benfeitoria.com / Catarse – http://catarse.me / Garupa – http://garupa.juntos.com.vc / Ideame – http://idea.me / Juntos – http://www.juntos.com.vc / Kickante – http://www.kickante.com.br / Impulso – http://www.impulso.org.br / Salve Esporte – http://www.salvesport.com / Sibite – http://www.sibite.com.br / Startando – http://www.startando.com.br  / Vakinha – http://www.vakinha.com.br

(se você conhece outros deixe aqui nas mensagens como dica para os leitores)

Mas também, através de mecanismos de sites como o Paypal, PagueSeguro, Moip ou similares que trabalham com recebimento e vendas você pode criar seu financiamento coletivo no seu próprio site.

Então pronto, aproveite as informações e comece agora a pensar também nestas possibilidades para o seu projeto. Mãos a obra.

Gostou? Curta, Comente, envie SEUS COMENTÁRIOS e dicas. Mas principalmente compartilhe, CONHECIMENTO TEM QUE CIRCULAR. 😉