CRIPTOMOEDA DA CULTURA (E TURISMO)

criptomoeda da cultura

Criptomoeda da cultura já é realidade. A CULTURAL PLACES  é a primeira plataforma holística no setor cultural que conecta visitantes, instituições, artistas, criadores de conteúdo e doadores. E logo mais terá também o crowdfunding.

O setor cultural está caminhando para uma redefinição das relações entre todas as partes interessadas. Está se criando novas oportunidades de negócios. O núcleo é a sua própria criptomoeda da cultura, ou a moeda digital cultural – baseada na tecnologia blockchain. Isso reinventa e simplifica o financiamento cultural, patrocínio e a venda de bilhetes para espetáculos e espaços culturais.

Com a plataforma Cultural Places, as instituições podem oferecer uma experiência ao visitante inovadora, única e interativa. E a plataforma se transformará em uma rede social para todos em artes e cultura.  Toda transação dentro da plataforma será feita com a moeda cultural. Esta moeda criptografada permite um programa de fidelidade exclusivo que oferece muitos benefícios a todos os participantes. Continuar lendo

ABERTO EDITAL DA CAIXA CULTURAL

caixa culturalO programa de seleção pública para projetos de ocupação dos espaços da CAIXA Cultural estará aberto até o dia 03 de agosto. E no dia 28 de junho você poderá se inscrever para um curso gratuito sobre detalhes e informações para elaborar a apresentação do seu projeto. É só se inscrever nesse link.

Trata-se de seleção pública anual de projetos culturais nas áreas de artes visuais (fotografia, escultura, pintura, gravura, grafite, desenho, objeto, instalação, vídeo instalação, intervenção e novas tecnologias), teatro, dança, música, mostra de cinema, palestras, encontros, cursos, oficinas e lançamento de livros.

Estes projetos deverão ser propostos para composição da pauta das unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Vários projetos são integrados ao circuito de itinerância pelos espaços da CAIXA Cultural, proporcionando expressivo aumento do número de eventos inicialmente selecionados, o que possibilita a difusão da arte pelo território nacional e seu acesso a um maior número de cidadãos.

Acompanhe aqui nos meus posts as publicações sobre editais, concursos e leis de incentivo. Sempre tem novidade. Confira por exemplo esta dica para escrever seus projetos.

Acesse aqui o link do edital para saber mais.

EDITAL NATURA MUSICAL 2018

Neste ano, programa abre espaço para uma categoria inédita que abrange os coletivos

O programa Natura Musical seleciona novos projetos para patrocínio. O edital aposta na renovação da cena contemporânea da música brasileira e, por isso, busca apoiar trabalhos que reflitam e contestem o momento de profunda transformação no qual vivemos. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas, entre 12 e 29/6, pelo site natura.sponsor.comO anúncio dos selecionados ocorrerá até dezembro.

Acesse o regulamento aqui

Podem participar artistas e bandas de todo o Brasil, que estejam em desenvolvimento de carreira. Em 2018, a novidade do programa é abrir espaço para uma categoria inédita que abrange os coletivos. Sendo assim, selos, grupos, blocos, casas de show de pequeno porte e centros culturais podem ser eleitos pela curadoria para a produção e realização de mostras, residências e intercâmbios, por exemplo.

“Buscamos apoiar trabalhos em diversos formatos que, em comum, reverberem uma cultura de paz e celebrem a liberdade de pensamento e a diversidade”, ressalta Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura. As propostas devem ter potencial criativo para inovar e conteúdo relevante para o cenário musical contemporâneo. “É importante que o projeto já tenha iniciado sua trajetória profissional de forma consistente”, completa.

Neste ano, a plataforma oferecerá R$ 4,5 milhões em patrocínio, com a combinação de recursos próprios da Natura e recursos da lei Rouanet (Nacional) e das leis estaduais (Bahia, Minas Gerais, Pará, São Paulo e Rio Grande do Sul). A curadoria do edital será feita por uma rede de especialistas formada por artistas, assessores de imprensa, jornalistas, produtores e empresários do mercado musical.

Histórico

O Natura Musical já apoiou mais de 367 projetos de 18 Estados brasileiros. Anualmente, a marca lança, em média, 30 discos, com destaques em listas de melhores do ano e premiações nacionais e internacionais, além de patrocinar shows, livros, filmes e acervos digitais. Em 13 anos, já foram investidos cerca de R$ 132 milhões em recursos.

O programa vem participando ativamente da consolidação de alguns dos mais representativos compositores e intérpretes da nova geração, como Liniker e os Caramelows, Francisco, El Hombre, Luedji Luna, Xênia França, Larissa Luz, Johnny Hooker, Filipe Catto, Felipe Cordeiro e Aíla.

Ao mesmo tempo, Natura Musical financia também projetos emblemáticos de ícones da música brasileira. Elza Soares com A Mulher do Fim do Mundo, o novo disco de Jards Macalé e a obra de Mateus Aleluia são outros exemplos.

Ficou com alguma dúvida?  (11) 5056-9832/ 33 ou edital@naturamusical.com.br.

(post divulgação via site Natura Musical)

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BRDE ABRE EDITAL PARA RECEBER PROJETOS

O BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul), abre edital para receber projetos culturais, audiovisuais, esportivos que sejam voltados para crianças, adolescentes e idosos.
O Banco abre edital para receber projetos que sejam aprovados para captação por meio das leis de incentivo fiscal:

Lei Federal de Incentivo à Cultura 8.313 de 23/12/1991 (Lei Rouanet);
Lei Federal 8.685 de 20/07/1993 (Lei do Audiovisual);
Lei Federal 11.438 de 29/12/2006 (Lei de Incentivo ao Esporte);
Lei Federal 8.069 de 13/07/1990 (Fundo da Infância e da Adolescência);
Lei Federal 10.741 (Estatuto do Idoso) e Lei Federal 12.213 (Fundo Nacional do Idoso)
Lei Federal 12.715/2012 e Decreto 7.988/2013 (PRONON – Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica e PRONAS – Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência.
A inscrição dos projetos acontece no período de 15/06 a 15/10 e pode ser feita pelo Portal de Incentivos

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ITAU CULTURAL APROVA PELA PRIMEIRA VEZ PROJETOS DE TODOS OS ESTADOS DO BRASIL

O Instituto Itau Cultural anunciou hoje os selecionados do Projeto Rumos e a grande novidade é que por uma série de ações, principalmente locais, conseguiram mais projetos inscritos e no mínimo um selecionado de cada um dos estados do Brasil.

Em sua coletiva de imprensa, que foi transmetida ao vivo ficou bem claro que há uma grande abertura para discutir a cultura, sua diversidade e toda a sua vivacidade do atual momento.

Realmente podemos ver que há um movimento em torno de trabalhar, trançar, costurar todas as manifestações do Brasil. Narrativas das mais variadas foram contempladas e como falaram muito, ainda poderia ser muito mais pois é incrível a produção cultural existente em todas as regiões do Brasil.

A elaboração dos projetos foi intensa. 12 mil projetos, pessoas ou grupos, se inscreveram. Uma diversidade que mostra mais uma vez o nosso potencial.

Parabéns a toda equipe do Itaú Cultural e em especial a Eduardo Saron pela condução. A cultura com certeza agradece.

Veja abaixo a lista dos selecionados:

1. A Invenção da Maldade (instituto CAMPO | gestão e criação em arte contemporânea) – Teresina-Piauí – Região impactada: Piauí – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Dança

2. A Lenda (Francisco Aécio Gonçalves Diniz) – Nova Olinda-Ceará – Região impactada: Ceará – Modalidade: Criação e desenvolvimento, documentação, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Patrimônio e memória

3. A Linha Imaginária que Percorre o Coração do Brasil (Anderson Astor Schwingel) – Porto Alegre-Rio Grande do Sul – Região impactada: Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Artes visuais

4. A saída da fábrica (Sofia Gerheim Caesar) – Rio de Janeiro-Rio de Janeiro – Região impactada: Rio de Janeiro – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Artes visuais

5. A última invenção (Grupo de teatro De Pernas Pro Ar LTDA) – Canoas-Rio Grande do Sul – Região impactada: Rio Grande do Sul – Modalidade: Criação e desenvolvimento, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Teatro

6. Acervo Digital do Serviluz (Priscilla Alves de Sousa) – Fortaleza-Ceará
Região impactada: Ceará – Modalidade: Documentação, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Patrimônio e memória

7. Acervo Djalma Corrêa: música e cultura afro-brasileira (Núcleo Brasileiro de Percussão) – Belo Horizonte-Minas Gerais – Região impactada: Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro e Sergipe – Modalidade: Documentação – Tema: Patrimônio e memória

8. Acesa – Alessandra Leão (Alessandra Mendes Leão) – São Paulo-São Paulo
Região impactada: Paraíba, Pernambuco, São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Música

9. Aconteceu Comigo – Histórias reais de mulheres (Laura Tuma de Athayde) – Belo Horizonte-Minas Gerais – Região impactada: Minas Gerais – Categoria: Criação e desenvolvimento – Tema: HQ – Recorte: Questão feminina

10. Afrontamento (Wellington Gadelha Farias Junior) – Fortaleza-Ceará – Região impactada: Fortaleza – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Dança – Recorte: Questão racial

11. agroduração (Elisa Pessoa Xavier) – Rio de Janeiro-Rio de Janeiro – Região impactada: Rio de Janeiro – Modalidade: Criação e desenvolvimento, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Artes visuais

12. Alzira E – Aquilo que eu nunca perdi (Marina da Costa Thomé) – São Paulo-São Paulo – Região impactada: Mato Grosso do Sul e São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Audiovisual/cinema

13. Apparatus’ Memories (Fabrizio Augusto Poltronieri) – Niterói-Rio de Janeiro
Região impactada: Rio de Janeiro – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Arte e tecnologia

14. Aqui não entra luz (Karoline Maia Mendes Pardinho) – São Paulo-São Paulo
Região impactada: Bahia, Maranhão, Minas Gerais e Rio de Janeiro – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Audiovisual/cinema – Recorte: Questão feminina e racial

15. Área Criativa – Pinhões (Bruno Vilela de Oliveira) – Belo Horizonte-Minas Gerais
Região impactada: Minas Gerais – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Formação – Recorte: Questão racial

16. Arquivo Kamayurá (Kanawayuri Leandro Marcello Kamaiura) – Canarana-Mato Grosso – Região impactada: Bahia, Mato Grosso, Santa Catarina e São Paulo
Modalidade: Criação e desenvolvimento, documentação, pesquisa e desenvolvimento
Tema: Patrimônio e memória – Recorte: Questão indígena

17. Beco do Rosário (vol. 2) (Ana Koehler Ilustrações) – Porto Alegre-Rio Grande do Sul – Região impactada: Rio Grande do Sul – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: HQ

18. Boi Vagamundo (Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare) – Natal-Rio Grande do Norte – Região impactada: Maranhão, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Colômbia, Equador e Peru – Modalidade: Criação e desenvolvimento, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Formação

19. Brígida (Jocelino Pessoa de Oliveira) – Rio de Janeiro-Rio de Janeiro – Região impactada: Rio de Janeiro – Modalidade: Documentação – Tema: Artes visuais

20. Cadê Heleny? (Esther Vital Garcia Conti) – São Paulo-São Paulo – Região impactada: São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Audiovisual/cinema

21. Caravana MusiLibras (Instituto Som da Pele) – Recife-Pernambuco – Região impactada: Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Maranhão, Paraíba,  Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Formação – Recorte: Acessibilidade/surdo

22. cartografia de um doente dos nervos (Wesley Godoi Peres) – Catalão-Goiás
Região impactada: Goiás – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Literatura

23. CATÁLOGO DIGITAL RADAMÉS GNATTALI, DE MÚSICA POPULAR. (Roberto José Gnattali) – Rio de Janeiro-Rio de Janeiro – Região impactada: Rio de Janeiro
Modalidade: Documentação – Tema: Patrimônio e memória

24. Cinema de Rua (Joanna Angelo Ladeira) – Belo Horizonte-Minas Gerais – Região impactada: Minas Gerais – Modalidade: Criação e desenvolvimento, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Formação

25. Cinema no Brejo – laboratório rural de formação e experimentação audiovisual (Rúbia Mércia de Oliveira Medeiros) – Fortaleza-Ceará
Região impactada: Ceará – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Formação

26. Circulação do espetáculo “E a cor a gente imagina” (Victor Alves Mariano Ribeiro) – Belo Horizonte-Minas Gerais – Região impactada: Distrito Federal, Minas Gerais e Rio de Janeiro – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Dança
Recorte: Acessibilidade/cego

27. Coletivo N-S-L-O: colaboração compositor-intérpretes na criação musical contemporânea (Heitor Martins Oliveira) – Palmas-Tocantins – Região impactada: Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo, Tocantins e Colômbia – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Música

28. Como construir uma casa (Carnaval Filmes Ltda – EPP) – Recife-Pernambuco
Região impactada: Pernambuco – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Audiovisual/cinema

29. Como tomar seu corpo de volta? (Sheyla Cristina Smanioto Macedo) – São Paulo-São Paulo – Região impactada: São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Literatura

30. Desenvolvimento e publicação da HQ “Monstrans: experimentando horrormônios”(Lina Alves Arruda) – Florianópolis-Santa Catarina – Região impactada: Santa Catarina – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: HQ
Recorte: Questão de gênero

31. Desertores (Coletivo de Teatro Alfenin) – João Pessoa-Paraíba – Região impactada: Paraíba – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Teatro

32. Dramaturgias Errantes: “Fôlego Curto” nas ondas de rádio e nas linhas dos jornais (Igor Fernando de Jesus Nascimento) – São Luís-Maranhão – Região impactada: Maranhão – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Teatro

33. Editora e Gráfica de Heliópolis (Paulo Cesar Marciano) – São Paulo-São Paulo
Região impactada: São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Literatura

34. Enquanto Somos Humanos (Associação Instituto Circo Artístico) – Curitiba-Paraná – Região impactada: Paraná – Modalidade:  Criação e desenvolvimento
Tema: Dança

35. Epifania Kariri – Marimbanda e Irmãos Aniceto convidam Carlos Malta (Lumah Produções Culturais e Editora Ltda) – Fortaleza-Ceará – Região impactada: Ceará e Rio de Janeiro – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Música

36. Eu Mais Velha – Cura, Fé e Ancestralidade (Bianca Magalhães Sevciuc) – Curitiba-Paraná – Região impactada: Paraná – Modalidade: Criação e desenvolvimento, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Patrimônio e memória – Recorte: Questão indígena

37. F.E.M.E – Festival de Mulheres Engraçadas de Maceió (Wanderlândia de Melo Barbosa) – Maceió-Alagoas – Região impactada: Alagoas – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Circo – Recorte: Questão feminina

38. Formação – Coleção sobre Tradução e Interpretação em Libras na Esfera Artística(Natalia Schleder Rigo) – Florianópolis-Santa Catarina – Região impactada: Santa Catarina – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Formação – Recorte: Acessibilidade/surdo

39. FREE SEAT (Solares Produções Culturais EIRELI) – Rio de Janeiro-Rio de Janeiro
Região impactada:  Paraná, Pernambuco e Rio de Janeiro – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Performance – Recorte: Questão urbana

40. Fruto do Mato – cinema para todas (Renata Almeida de Matos)- Lençóis-Bahia – egião impactada: Bahia – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Audiovisual/cinema – Recorte: Questão de gênero e racial

41. FurmigaDub e Seu Bando (Fabiano Araujo Formiga) – João Pessoa-Paraíba – Região impactada: Paraíba – Modalidade: Criação e desenvolvimento, documentação, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Música

42. Gravidade (Fabio Rychter) – Rio de Janeiro-Rio de Janeiro – Região impactada: Rio de Janeiro – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Arte e tecnologia

43. Grupo Ninho de Teatro – 10 Anos levantando POEIRA! (Associação Grupo Ninho de Teatro e Produções Artísticas) – Crato-Ceará – Região impactada: Ceará, Distrito Federal, Pará, Rio Grande do Sul e São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Teatro

44. HIP HOP CABOCLO – Em Busca das Batidas Brasileiras (Wagner de Oliveira) – São Paulo-São Paulo – Região impactada: Acre, Bahia, Maranhão, Pará, Pernambuco e São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento, documentação, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Música

45. HIP-HOP – A PARADA FINAL – INTEGRAÇÃO (Willacym Miguel de Souza Maia) – Manaus-Amazonas – Região impactada: Amazonas – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Dança – Recorte: Questão urbana

46. Histórias Andantes (Jackson Alexandre Costa Cavalcante) – Paulo Afonso-Bahia
Região impactada: Alagoas, Bahia, Pernambuco e Sergipe  – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Teatro

47. Homens Pink (La Vaca Productora de Arte Ltda.) – Florianópolis-Santa Catarina
Região impactada: Santa Catarina e São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Teatro – Recorte: Questão de gênero

48. InstruMentes – música para (re)invenção (Alana Silva Silveira) – Salvador-Bahia
Região impactada: Bahia – Modalidade: Criação e desenvolvimento, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Música

49. Inventário Mestre Vieira (Central de Produção Cinema e Vídeo na Amazônia) – Belém-Pará – Região impactada: Ceará,  Pará, Rio de Janeiro e São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento, documentação, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Música

50. Jards Macalé – Eu só faço o que quero (Adriana Sucena Maciel) – Rio de Janeiro-Rio de Janeiro – Região impactada: Rio de Janeiro – Modalidade: Criação e desenvolvimento, documentação, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Música

51. Joaquim, o fusca que contava histórias (Amanda de Lima Oliveira) – São Paulo-São Paulo – Região impactada: São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento, documentação – Tema: Teatro – Recorte: Acessibilidade/surdo

52. Jofre Soares: do picadeiro ao Cinema Novo (Ailton da Costa Silva Júnior) – Palmeira dos Índios-Alagoas – Região impactada: Alagoas – Modalidade: Criação e desenvolvimento, documentação, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Audiovisual/cinema

53. Kayatibu e Encontro Mi Mawai (Rita Pinheiro Sales Kaxinawa) – Jordão-Acre – Região impactada: Acre e Rio de Janeiro – Modalidade: Criação e desenvolvimento, documentação, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Música – Recorte: Questão indígena

54. Lagrimar (Paula Vanina Cencig) – Natal-Rio Grande do Norte – Região impactada: Rio Grande do Norte – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Audiovisual/cinema

55. Literatura a Caminho (Aldenor da Silva Pimentel) – Boa Vista-Roraima
Região impactada: Roraima – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Literatura

56. MAMBEMBARCA: TEATRO DE PROA PELOS RIOS DO PARÁ (Associação Cultural Usina Contemporânea de Teatro) – Belém-Pará – Região impactada: Pará
Modalidades: Criação e desenvolvimento – Tema: Teatro

57. Maré a Céu Aberto (Associação Redes de Desenvolvimento da Maré) – Rio de Janeiro-Rio de Janeiro – Região impactada: Rio de Janeiro – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Patrimônio e memória – Recorte: Questão urbana

58. Mãtãnãg, a encantada (Charles Antonio de Paula Bicalho) – Belo Horizonte-Minas Gerais – Região impactada: Minas Gerais – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Audiovisual/cinema – Recorte: Questão indígena

59. MELODIA-A-DIA DE CIRCO- documentário e plataforma (Lívia Souza Mattos) – Salvador-Bahia – Região impactada: Bahia – Modalidade: Criação e desenvolvimento, documentação, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Circo

60. Memórias Afro-Atlânticas: as gravações de Lorenzo Turner na Bahia (1940-1941)(Cassio Leonardo Nobre de Souza Lima ME) – Salvador-Bahia – Região impactada: Bahia – Modalidade: Documentação – Tema: Patrimônio e memória – Recorte: Questão racial

61. “Memórias da Terra: Patrimônio Arqueológico e Memória da comunidade de Vila Velha do Cassiporé no Amapá”. (Jelly Juliane Souza de Lima) – Macapá-Amapá – Região impactada: Amapá – Modalidade: Documentação – Tema: Patrimônio e memória – Recorte: Questão racial

62. Memórias poéticas: sobreviventes do crescimento das árvores (Associação Cultural O Imaginário) – Porto Velho-Rondônia – Região impactada: Rondônia – Modalidade: Pesquisa e desenvolvimento – Tema: Teatro – Recorte: Questão feminina e de gênero

63. META – depto. de crimes metalinguísticos (Marcelo Miazzi Pereira Lima) –
São Paulo-São Paulo – Região impactada: São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: HQ

64. Meus Heróis – Jogo de Personalidades Negras (Polianna do Amaral Barbosa da Silva) – Camaçari-Bahia – Região impactada: Bahia – Modalidade: Criação e desenvolvimento, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Formação – Recorte: Questão racial

65. Mister Powerful (Oriol Barberà Masats) – São Paulo-São Paulo – Região impactada: São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Audiovisual/cinema

66. Mobilidade [inter]urbana-performativa (Elilson Gomes do Nascimento) – Rio de Janeiro-Rio de Janeiro – Região impactada: Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Performance – Recorte: Questão urbana

67. Mulheres Fortalecendo Raízes da Cultura Popular (Associação das Mulheres de Nazaré da Mata) – Nazaré da Mata-Pernambuco – Região impactada: Pernambuco – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Gestão cultural – Recorte: Questão feminina

68. Mulheres Possíveis: corpo, gênero e encarceramento (Leticia Maria Olivares Rodrigues) – São Paulo-São Paulo – Região impactada: São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Formação – Recorte: Questão feminina e privação de liberdade

69. NÏÏMA – Pesquisa e Desenvolvimento de Roteiro Audiovisual (Flávia L. B. Abtibol Criações – ME) – Manaus-Amazonas – Região impactada: Amazonas – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Audiovisual/cinema – Recorte: Questão de gênero e indígena

70. – Nonada. (Juliana Bernabé Nunes) – Vila Velha-Espírito Santo – Região impactada: Bahia e Espírito Santo – Modalidade: Pesquisa e desenvolvimento – Tema: Artes visuais

71. O Amor dentro da câmera (Tenda dos Milagres Produções Artísticas e Culturais LTDA – ME) – Salvador-Bahia – Região impactada: Bahia – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Audiovisual/cinema

72. O MAMULENGO BRASILEIRO vai entrando e toma assento (Fernando Augusto Gonçalves Santos) – Olinda-Pernambuco – Região impactada: Pernambuco – Modalidade: Documentação – Tema: Patrimônio e memória

73. Ocupação “Mulheres Negras: Projetos de Mundo” – Residência Artística (Dayane Rodrigues Barbosa) – São Paulo-São Paulo – Região impactada: São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Formação – Recorte: Questão de gênero e racial

74. Ocupação RÉS mulheres em cárceres (Uribe Manoel de Sousa Teofilo) – São Paulo-São Paulo – Região impactada: São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Dança – Recorte: Questão feminina e privação de liberdade

75. OS CAMINHOS DO NEGRO JOÃO ALVES POR ESSE PAÍS DE MEU DEUS – ENTRE LONAS, SERRAGENS, PICADEIROS E PALHAÇADAS. (Mariana dos Reis Gabriel) – São Paulo-São Paulo – Região impactada: Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo – Modalidade: Pesquisa e desenvolvimento – Tema: Circo – Recorte: Questão racial

76. Palhaço Surddy (Igor de Andrade Rocha) – Recife-Pernambuco – Região impactada: Amazonas, Maranhão, Pará e Tocantins – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Teatro – Recorte: Acessibilidade/surdo

77. Panela Sergipana: sabores da terra das araras e cajus (Paloma Vieira de Melo Naziazeno) – Aracaju-Sergipe – Região impactada: Sergipe – Modalidade: Pesquisa e desenvolvimento – Tema: Gastronomia

78. Pasajeras (Francieli Rebelatto) – Foz do Iguaçu-Paraná – Região impactada: Argentina, Paraguai e Paraná – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Audiovisual/cinema – Recorte: Questão feminina

79. Penitentes – dos ritos de fé e sangue no Brasil profundo (Guy Benchimol de Veloso) – Belém-Pará – Região impactada: Pará – Modalidade: Criação e desenvolvimento, documentação, pesquisa e desenvolvimento – Temas: Artes visuais

80. Pequenos Acasos Cotidianos- Presentes e Desastres da Vida Urbana (Juliana Russo Burgierman) – São Paulo-São Paulo – Região impactada: São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Temas: Artes visuais – Recorte: Questão urbana

81. Periferia ribeirinha de Belém – uma paisagem de resistência. (Luiz Otavio Salameh Braga ME) – Belém-Pará – Região impactada: Pará – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Artes visuais

82. Pesquisa sobre o longa-metragem ficcional “Vai à Luta” e elaboração de roteiro de documentário (Paula Beatriz Carneiro da Silva Dias) – Palmeiras-Bahia
Região impactada: Bahia, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo – Modalidade: Pesquisa e desenvolvimento – Tema: Audiovisual/cinema – Recorte: Questão racial

83. Pífanos: do mapeamento à salvaguarda (Página 21 Comunicação Ltda.) –
Recife-Pernambuco – Região impactada: Bahia, Ceará, Minas Gerais e Pernambuco – Modalidade: Criação e desenvolvimento, documentação, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Patrimônio e memória – Recorte: Questão racial

84. Pontilhados – Intervenções Humanas em Ambientes Urbanos (Mônica Lira de Queiroz Trindade) – Recife-Pernambuco – Região impactada: Pernambuco, São Paulo e Rio Grande do Sul – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Dança – Recorte: Questão urbana

85. Probatio: criando instrumentos musicais digitais (Filipe Carlos de Albuquerque Calegario) – Recife-Pernambuco – Região impactada: Pernambucov – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Arte e tecnologia

86. Quem conta a minha história? (Daniela Valle de Loro) – Dourados-Mato Grosso do Sul – Região impactada: Mato Grosso do Sul – Modalidade: Documentação, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Formação – Recorte: Questão indígena

87. Recado do Morro (Leandro Junio Belilo – ME) – Belo Horizonte-Minas Gerais – Região impactada: Minas Gerais – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Dança

88. REFÚGIO (Isabel Ribeiro Penoni) – Rio de Janeiro-Rio de Janeiro – Região impactada: Rio de Janeiro – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Teatro – Recorte: Questão racial

89. Residência e Festival Corpus Urbis – 4ª edição – Oiapoque (Cristiana Nogueira Menezes Gomes) – Macapá-Amapá – Região impactada: Amapá – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Performance – Recorte: Questão indígena

90. Residência Nós no Bambu (Poema Mühlenberg Homem da Costa) – Brasília-Distrito Federal – Região impactada: Distrito Federal – Modalidade: Criação de desenvolvimento, pesquisa e desenvolvimento
– Tema: Circo

91. Retratistas do Morro (Multiart Ltda.) – Belo Horizonte-Minas Gerais – Região impactada: Minas Gerais – Modalidade: Documentação – Tema: Patrimônio e memória

92. Risco #32 (Aymberê Produções Artísticas Ltda ME) – São Paulo-São Carlos – Região impactada: São Paulo e Rio de Janeiro – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Artes visuais

93. SAMBA E LITURGIA – A MÚSICA DE GETÚLIO MARINHO (AMOR) (Francisco Eduardo Serra Grande da Silva) – Rio de Janeiro-Rio de Janeiro – Região impactada: Rio de Janeiro – Modalidade: Pesquisa e desenvolvimento – Temas: Música – Recorte: Questão racial

94. Semente Cinematográfica – Cartografia de imagens: filme-carta, formação e experimentação (Pigmento Cinematográfico Ltda.) – João Pessoa-Paraíba
Região impactada: Paraíba – Modalidade: Criação e desenvolvimento, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Formação

95. Sentinelas – Oficina Audiovisual (USI – Usina de Imagem Ltda.) – Vitória-Espírito Santo – Região impactada: Espírito Santo -Modalidade: Criação e desenvolvimento
Tema: Audiovisual/cinema – Recorte: Questão feminina e privação de liberdade

96. SEPTO – temporada final (Bárbara Bruno Dias Baracho) – Natal-Rio Grande do Norte – Região impactada: Rio Grande do Norte – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Audiovisual/cinema – Recorte: Questão de gênero e racial

97. Sismógrafo (Leonardo Luana Jordão Ribeiro) – São Paulo-São Paulo – Região impactada: São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Literatura

98. Sobre os desertos verdes e as peles negras no Brasil (Chão de Estrelas Serv Fotográficos) – São Paulo-São Paulo – Região impactada: Rio de Janeiro – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Artes visuais – Recorte: Questão racial

99. TÁ COM MEDO POR QUE VEIO? (Rodrigo Ciríaco) – São Paulo-São Paulo – Região impactada: São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Literatura

100. Te’e | Descendentes (Paulo Sérgio da Silva – Paulo Nazareth) – Belo Horizonte-Minas Gerais – Região impactada: Minas Gerais e Mato Grosso do Sul – Modalidade: Criação e desenvolvimento, documentação, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Patrimônio e memória – Recorte: Questão indígena

101. TERRA DE NAZARÉ (Shaynna Jacques Pidori) – São Paulo-São Paulo
Região impactada:Ceará e São Paulo – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Audiovisual/cinema – Recorte: Questão feminina

102. Tertúlia Visceral (Joner Produções Artísticas e Eventos) – Porto Alegre-Rio Grande do Sul – Região impactada: Bahia e Rio Grande do Sul – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Música

103. Travestis Itinerantes (Quintal Dois Produções Artísticas Ltda.) – Rio de Janeiro-Rio de Janeiro – Região impactada: Pará, Pernambuco e  Tocantins – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Teatro – Recorte: Questão de gênero

104. Tricicloteca Cultural Abdias do Nascimento (Jocemir Moura Dos Reis) – Rio de Janeiro-Rio de Janeiro – Região impactada: Rio de Janeiro – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Gestão Cultural

105. TRIO MANARI APRESENTA – SONS DA FLORESTA (Aline Passos Vieira) – Belém-Pará – Região impactada: Pará – Modalidades: Criação e desenvolvimento, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Música

106. Turmalina 18-50 – Os últimos dias do Almirante Negro em terra (Leandro Fazolla Rodrigues dos Santos) – São João do Meriti-Rio de Janeiro – Região impactada: Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul – Modalidade: Criação e desenvolvimento, pesquisa e desenvolvimento – Tema: Teatro – Recorte: Questão racial

107. verdeVEZ (Mauricio Soares Gomes de Oliveira) – Teresina-Piauí – Região impactada: Piauí – Modalidade: Criação e desenvolvimento – Tema: Artes visuais

108. Yãkwá, imagem e memória (Vídeo nas Aldeias) – Olinda-Pernambuco – Região impactada: Mato Grosso – Modalidade: Documentação – Tema: Patrimônio e memória – Recorte: Questão indígena

109. Zemu’e Haw: cantos e memórias Tenetehara (Wirazu) – Bom Jardim-Maranhão – Região impactada: Maranhão – Modalidade: Documentação – Tema: Patrimônio e memória – Recorte: Questão indígena

 

Conheça aqui mais detalhadamente cada projeto aprovado.

10 DICAS IMPORTANTES PARA REALIZAR OS PROJETOS

Segue aqui 10 dicas importantes que você precisa saber sobre projetos:

DICAS PROJETOS

  1. SE SEU PROJETO NÃO ESTÁ ESCRITO, NÃO TEM OS ORÇAMENTOS E CRONOGRAMAS DESENHADOS, VOCÊ NÃO TEM UM PROJETO, TEM SÓ UMA IDEIA. – Algumas pessoas têm idéias, fazem um pequeno resumo no papel, apontam as justificativas etc., mas não escrevem nada de prático. Isso não é um projeto, é uma ideia, não confunda. As perguntas que orientam para esta construção detalhada são: O que é, quanto é, para quando é, com quem é, como é e por aí vai.
  1. ESCREVA UM PROJETO PELO PROJETO E NÃO PARA UMA LEI OU EDITAL – Um projeto tem que atender a uma demanda visualizada no planejamento estratégico da pessoa, empresa ou instituição. A ação de desenhar e escrever um projeto, que custará seu tempo, deve ser alinhado com a visão geral do caminho a percorrer. Leis e editais são para viabilizar financeiramente os projetos que você sonha, que você precisa.
  1. PROJETO TEM COMEÇO, MEIO E FIM, ao contrário de uma empresa ou uma carreira que trabalhamos para que não tenha fim. Um projeto sempre tem um objetivo que, ao ser cumprido, finaliza as ações. Portanto, pensar nesse desenho é também pensar em uma boa finalização. Tem gente que faz projeto que nunca termina. Fica enrolado com prestação de contas, com finalização de fotos e vídeos etc. Isso é erro de planejamento.
  1. PROJETO TEM QUE CONTER A VERDADE, NADA MAIS DO QUE A VERDADE– Isso é muito importante para se aprender com relação aos projetos. Alguns acham que é difícil escrever, pois focam em argumentos e condicionamentos que tornam o “escrever um projeto” algo intocável. Para escrever coloque a verdade exata de como você vai fazer, o que vai precisar para construir e executar sua ação.
  1. PROJETO É UMA RECEITA DE BOLO – ao escrever um projeto escreva de forma que quem pegar o documento possa executá-lo. Ele é uma receita tem que ter todos os ingredientes e o “modo de fazer”. Para testar, dê pra alguém que não é da área ler. Se entender, maravilha, está pronto.
  1. PROJETO NÃO É TESE DE TCC – Um projeto não é uma tese para doutorado ou mestrado. Não deve ter linguagem rebuscada e deve ser de fácil compreensão. Deve ser claro, direto e prático. Somente na justificativa que é permitido dissertar sobre a importância, o contexto. Mas mesmo assim não deve ser extenso.  
  1. PLANEJE, PLANEJE, PLANEJE E DEPOIS ESCREVA – A parte mais importante na construção de um projeto é o planejamento. É nessa hora que há pesquisa de mercado, avaliação do contexto, discussão e mapeamento de riscos etc. Enquanto essa visão geral não for avaliada e processada não se deve finalizar o documento. Quanto maior a pesquisa, maior o acerto.
  1. LEIS DE INCENTIVO OU EDITAIS SÃO FÁCEIS DE ESCREVER E CADASTRAR –Nenhuma lei de incentivo ou edital é difícil de participar. Com o projeto pronto e escrito faça o que pede a lei ou edital. O que não pode é ter preguiça de ler, de buscar conhecimento. Mas, se está inseguro ou não tem tempo, sempre tem um bom produtor no mercado que pode escrever e cadastrar o projeto “com” você.
  1. CAPTAÇÃO DE RECURSOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS COMEÇA NO PLANEJAMENTO – Essa é uma parte também muito importante de saber. Na fase do planejamento é também a hora de pensar de onde virá o dinheiro e quais as possibilidade. E como esse dinheiro será gasto e como isso será comprovado. Estes dois itens bem planejados evitam muitas dores de cabeça.
  1. PROJETO É UM MEIO, NÃO É O FIM – Outra confusão que se faz e achar que ter projetos é fundamental para a sobrevivência do grupo, da entidade, do artista etc. Fundamental é saber “o que você quer ser quando crescer, além de salsicha” (risos). Fundamental é saber aonde quer chegar e criar um planejamento estratégico. Nesse planejamento poderá conter um ou mais projetos e estes devem ter relação com o que se pretende conquistar. E não o contrário.

E é isso. Espero que tenha sido útil. Gostou? Curta e comente. Mas principalmente, compartilhe “Conhecimento tem que circular”.

DICIONÁRIO PARA EMPREENDEDORES CRIATIVOS

Dicionario para empreendedoresBem, agora que você sabe que precisa pensar também em administração, gestão, marketing e finanças dentro do seu projeto, sua empresa, sua Ong e até o seu coletivo, vale saber quais são as palavras usadas hoje e o que cada uma delas quer dizer. Na Inteligência usada em Projetos e Eventos, conhecimento nunca será demais. Confira abaixo:

ACELERADORA ou INCUBADORA–  Empresa que funciona como um centro de estudos e consultoria para empreendimentos embrionários. São locais onde há, ou não, capital financeiro mas existe toda orientação e apoio de profissionais, universidades e outros para o desenvolvimento de novas empresas, startups e novos negócios. Aceleradora – é o nome atualmente usado para as incubadoras principalmente na área tecnológica.

BREAK-EVEN OU PONTO DE EQUILIBRIO DE UM PRODUTO OU SERVIÇO – é a quantidade mínima de produtos\serviço a ser vendido para cobrir os gastos mensais de uma empresa. Quanto tenho que vender para não ter prejuízo.

CANVAS MODEL – matriz de modelo de negócios criada por Alex Osterwalder e Yves Pigneur em 2010 para realizar o Business Model Generation (BMG) um método para avaliação ou criação de novos negócios.  Veja aqui a matéria sobre o tema.

CO-WORKING ou COWORKING – modelo de trabalho que baseia no compartilhamento de espaço. Exemplo um espaço que disponibiliza mesas, acesso a WiFi e linhas telefônicas para escritórios, pontos de trabalho, reuniões etc. Você pode pagar por hora, por dia, por mês ou rachar as despesas.  40% do mercado está em São Paulo. Os espaços são divididos por pessoas, geralmente, de uma mesma área de atuação.

CROWDFUNDING – Fundo monetário vindo de uma multidão. É uma forma de obter capital através de campanhas, online ou não, junto a pessoas e empresas interessadas no projeto apresentado. Atualmente existe muitas plataformas online que oferecem facilidades para a campanha. O Kicante é um dos principais.

CROWDSOURCING – trabalho de forma colaborativo onde as pessoas ou empresas ajudam em uma determinada ação para gerar conteúdo, solução de problemas, fluxo de informações etc para um único resultado. Pode haver ou não remuneração financeira. É executar um trabalho com a ajuda de terceiros.

COMPORTAMENTO – Atitude, forma de agir e de se comportar. Importante para realizar efetivamente seus projetos.

CUSTO DE MATERIAL – custo do material usado no produto. (Ingredientes de uma torta por exemplo ou os materiais como folder e cartazes na divulgação de um evento)

CUSTO FIXO – é a soma de todas as despesas mensais de um empreendimento que esteja funcionando mesmo que ela não tenha nenhuma venda. Mesmo que o custo tenha variação.

CUSTO VARIÁVEL – custo de materiais, insumos ou serviços que eventualmente sejam necessários. Por exemplo: a energia elétrica mensal de um espaço pode ser variável, mas está dentro dos custos fixos. Já a compra de uma lâmpada, que eventualmente queimou, está nos custos variáveis.

DESPESA – é tudo que se gasta em um determinando tempo. Mês, dia, semana, projeto.

DESIGN THINKING – é o pensamento do design onde a empatia é o principal ingrediente. São ideias pensadas em conjunto e de forma livre. O foco é realizar ações que tenham um real entendimento das necessidades das pessoas para o qual o projeto está sendo desenvolvido. O principal recurso para o desenvolvimento, que normalmente é feito em equipe, são os post-its.

EARLY STAGE – nome que se dá a empresas que estão em estágio inicial em suas atividades. Normalmente até 3 anos de existência.

ELEVATOR PITCH OU PICHT– supostamente surgido em Los Angeles para apresentar em até 30 segundos um roteiro para algum produtor em Hollywood. É usado no mundo empreendedor para “vender” a ideia do seu negócio abordando os principais pontos. A média aceita hoje para se ter um Pitch é de até 3 minutos.

EMPREENDEDOR – pessoa que deseja realizar, executar, deixar sua marca e fazer a diferença.

EMPREENDEDOR SOCIAL – o empreendedor que atua com negócios com fins lucrativos, mas com proposta social. Ocupam o chamado setor 2.5

EMPATIA – guarde essa palavra e desenvolva esse dom. É a forma de se colocar no lugar da outra pessoa para conseguir entender seus sentimentos, suas respostas, seus argumentos, sua visão de mundo.

ESCALABILIDADE – possibilidade de replicar um produto com facilidade e com a mesma qualidade. Na área da produção artesanal tem se falado muito sobre este tema: como entregar um produto artesanal com a mesma qualidade em cada produção.

FERRAMENTAS DE MARKETING – meios que a empresa usa para aproximar seus consumidores dos produtos ou serviços que ela oferece. A propaganda é uma ferramenta de marketing.

INVESTIMENTO – é todo dinheiro investido em um negócio, empreendimento, projeto (equipamentos, melhorias, serviços etc)

INVESTIDOR ANJO – são profissionais que atuam nos novos mercados tecnológicos. Eles destinam, normalmente, pequenas somas a novos projetos tecnológicos no risco de conseguir, ou não, fazer parte de uma grande inovação e com altos rendimentos.

LEAN STARTUP – Empresas, na área de tecnologia principalmente, que lançam protótipos de teste para determinados grupo de clientes e assim avaliar suas possibilidades. Chamam o protótipo de Produto mínimo viável (MVP).

MARKETING- Market em inglês é mercado. Marketing é o mercado em movimento. A forma de programar ações para agir perante o público, chamando atenção e movimentando as vendas.

MEI –  Micro Empreendedor Individual – um formato de empresa individual que pode ser aberta inclusiva online pelo empreendedor. O custo mensal é de apenas o valor do INSS individual. Porém, o faturamento mensal está restrito a pouco mais de 5 mil por mês na emissão de notas fiscais.

NETWORKING OU REDE DE CONTATOS E RELACIONAMENTOS- estabelecimento de contatos e relacionamentos. Muito mais do que uma “mala direta” estes contatos devem ser acionados com frequência definida, para ampliar as possibilidades de negócios.

PREÇO DE VENDA – quanto custa seu produto ou serviço no mercado.

PRÓ-LABORE – remuneração mensal que os donos retiram da empresa pelo serviço prestado à própria empresa.

PME – pequenas e médias empresas.

PIVOTAR –  dar novo rumo, nem sempre fugindo do objetivo final, em um negócio.

PERSONA – cliente típico\ publico alvo de um blog, negócio digital, site etc.

REMUNERAR – pagar salários, cachês, honorários.

PERSUASÃO – capacidade de convencimento do outro.

ROI – retorno sobre o investimento.  Porcentagem de ganho em relação ao dinheiro investido.

STAKEHOLDERS – todas as pessoas, de vários seguimentos, envolvidas com o seu negócio. Fornecedores, funcionários, clientes, prestadores de serviço, imprensa e outros. Todos os que serão de alguma forma impactados pelo projeto.

SPEED CAPITAL – “capital semente”, aquele usado para dar início a um negócio.

STORYTELLING – contar a sua história de superação, de empreendedorismo. E uma forma de comunicar com o público através de histórias pessoais, histórias relacionadas aos produto ou serviço, superação e cases de sucesso etc.

VALIDAÇÃO – validar uma ideia, uma empresa, um projeto, é colocar à prova do mercado e avaliar seus resultados de fato. A validação é feita geralmente em um grupo restrito ou escolhido para controlar os resultados de forma mais efetiva.

Gostou? Curta, comente, envie seus comentários e dicas. Mas principalmente compartilhe, CONHECIMENTO TEM QUE CIRCULAR. 😉

(Fontes de pesquisa: Livro Aprender e Empreender – SEBRAE \Fundação Roberto Marinho – HSM Management- Sites pela internet – Wikpédia)

GESTÃO – PRINCIPAIS TÉCNICAS

tecnicas-de-gestãoMuitas são as técnicas de gestão de projetos. São matrizes, padrões, ferramentas e processos variados. Cada um dos caminhos pode ser escolhido de acordo com a expertise de quem vai gerenciar ou por tipo de projeto a ser executado. Mas aqui vou falar rapidamente das principais e mais conhecidas.

O PMBOK – Project Management Body of Knowledge, é um dos mais conhecidos no processo de gestão e começou sua ação nos EUA. É administrado pelo PMI – Project Management Institute. O não tão famoso mas também interessante PRINCE2™, Projects IN a Controlled Environment, foi criado na Inglaterra e tem abordagens muito pontuais para a gestão. Tem ainda o padrão criado pela ISO, o 10006-ISO, e alguns outros. Continuar lendo

BUSINESS MODEL CANVAS

 CANVASVocê conhece o BUSINESS MODEL CANVAS ou “Painel de Modelo de Negócios”?  É uma matriz para ser utilizada na configuração e definição de novos negócios. A principal diferença entre tantas novidades que surgem a cada ano para a área da estratégia, marketing e administração é que este modelo é bastante visual e sua proposta é que fique em um grande painel e seja utilizado por todos nas dicas, soluções e ações em cada uma das áreas. Uma construção proposta para principalmente ser em conjunto, participativa e de análise simples e eficiente. O formato interessante desse modelo é que tudo é construído com Post It. O conceito é que não demore muito no mural e que as definições e ações propostas sejam logo transformadas em realidade.

CANVASBusiness Model Canvas é uma ferramenta de gerenciamento estratégico, que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou existentes. É um mapa visual pré-formatado contendo nove blocos do modelo de negócios. O Business Model Canvas foi inicialmente proposto por Alexander Osterwalder baseado no seu trabalho anterior sobre Business Model Ontology. (fonte: Wikpedia)

A matriz é visual. Um mapa que trabalha com nove pontos principais dentro do universo do novo negócio ou negócio pré-existente.

<img id=”i-614″ class=”alignright” src=”http://mariliadelima.files.wordpress.com/2013/03/blocos-do-canvas Look At This.png?w=650″ alt=”CANVAS” width=”390″ height=”130″ />1 – Segmentos de Clientes;

2 – Proposta de Valor;

3 – Canais;

4 – Relacionamento com Clientes;

5 – Receitas;

6 – Recursos Chave (Infraestrutura);

7 – Atividades Chave;

8 – Parcerias Chave

9 – Custos.

Vejam que apesar de prioritariamente estar sendo utilizado para novos negócios, startups, reinvenção da carreira etc, é uma ferramenta também bastante eficiente para planejar o seu evento ou ajudar na construção do seu projeto. Afinal, construir um projetos ou organizar um evento é igual a construir uma empresa ou uma carreira. A diferença é que a empresa ou a carreira tem começo, meio e sempre lutamos para que não tenha fim, e os projetos e eventos tem começo, meio e fim sempre.

Muito interessante para ser também utilizado na preparação do projeto na hora do brainstorm ou como dizemos lá em Minas “toró de parpites”.

Uma sugestão que dou também é que você pode mudar os campos para os temas da construção de projetos ou eventos. Ser

1 – Segmentos de Clientes = PÚBLICO ALVO DO SEU PROJETO OU EVENTO

2 – Proposta de Valor – JUSTIFICATIVA – DIFERENCIAL – IMPORTÂNCIA

3 – Canais – MAPA DE MÍDIA/ DIVULGAÇÃO

4 – Relacionamento com Clientes – ONDE VOCÊ VAI REALIZAR, COMO VAI INTERAGIR COM O PÚBLICO

5 – Receitas – FONTES DE FINANCIAMENTO

6 – Recursos Chave (Infraestrutura) – EQUIPE/ PROFISSIONAIS/ ETC

7 – Atividades Chave – OBJETIVOS

8 – Parcerias Chave – PARCEIROS

9 – Custos – ÍTENS DE CUSTO: RH, MATERIAIS, ESTRUTURA, LOGÍSTICA E OUTROS

Para todos os lados estão surgindo cursos e mais cursos para ensinar a utilizar a ferramenta. Mas se não estiver com dinheiro disponível você mesmo pode pesquisar na internet, ver vídeos no Youtube, ler textos dos mais variados etc. Veja o livro lançado sobre o assunto. Já tem edição em português e está nas principais livrarias.

CANVAS

Olha aí a planilha para você copiar e iniciar seu “Businees Model Canvas” :

http://www.businessmodelgeneration.com/downloads/business_model_canvas_poster.pdf

CANVAS

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CAPTAÇÃO DE RECURSOS PARA SUA ONG

Não é fácil fazer captação de recursos para sua ong. Há diversas formas de captação de recursos que podem ser utilizadas por sua ONG: venda de produtos, organização de eventos, produção de materiais,  contratos de prestação de serviços, entre outras opções. Além dessas formas que integram a atividade habitual da entidade, sua ONG pode valer-se das doações dedutíveis do imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas, patrocínios, subvenções e auxílios etc.

Por ser frequente, porém, autilização de uma forma de captação de recursos por outra, não raro, entidades do Terceiro Setor firmam contratos de parceria inserindo cláusula específica informando a doação de determinado valor em contrapartida à realização de um serviço, de um evento ou de uma atividade, o Terceiro Setor Online compilou informações essenciais para orientá-lo a captar recursos para sua ONG e desenvolver uma campanha de captação de recursos eficaz.

Salientamos, porém, que esta prática do uso de uma forma de captação de recuros por outra, além de deixar sua ONG à margem da lei, assim como a pessoa física ou empresa contratante,  enfraquecendo a marca e a credibilidade de ambas, pode gerar problemas e insegurança jurídica, bem como dificuldades para desenvolver estratégias sustentáveis de desenvolvimento e captação de recursos.

Doação

A doação é um contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para outras, conforme dispõe o artigo 538 Código Civil. Este contrato é:

 unilateral: envolve prestação de apenas uma parte (doador);

• Gratuito: tem como propósito uma liberalidade;

 Consensual: é aperfeiçoado com a união da vontade do doador e do donatário;

• Solene: por imposição legal, deve ser realizado de forma escrita, mediante escritura pública ou contrato particular, conforme dispõe o artigo 541 do Código Civil.

A doação pode ser:

(a) pura, consistindo em mero benefício do donatário, sem qualquer contrapartida;

(b) remuneratória: feita com o propósito de pagar um serviço prestado pelo donatário, que não o exigiu;

(c) com encargo: impondo-se ao donatário uma contraprestação que ele deve cumprir e da qual resulta uma vantagem para o doador ou para um terceiro.

Nos dois últimos casos, a doação não perde o caráter de liberalidade, no excedente ao valor dos serviços remunerados ou do encargo imposto, conforme dispõe o artigo 540 do Código Civil. Dessa forma, o valor que exceder o serviço prestado ou o montante do encargo, constitui liberalidade.

Na doação com encargo, na forma do artigo 553 do Código Civil, quando ocorre o inadimplemento do encargo por parte do beneficiário, o doador pode revogar a liberalidade.

Restrições à liberdade de doar

 A doação é ato voluntário, mas a lei estabelece restrição à liberdade de doar, consignando que é nula a doação de todos os bens sem reserva de parte, ou renda suficiente para a subsistência do doador, bem como a doação quanto à parte que exceder à de que o doador, no momento da liberalidade, poderia dispor em testamento.

Revogação da doação

A doação pode ser revogada, na forma do artigo 556 do Código Civil, por descumprimento do encargo ou por ingratidão do donatário, cujas causas estão previstas no artigo 557:

 se o donatário atentou contra a vida do doador ou cometeu crime de homicídio doloso contra ele;

 se cometeu contra ele ofensa física;

• se o injuriou gravemente ou o caluniou;

 se, podendo ministrá-los, recusou ao doador os alimentos de que este necessitava.

A revogação também pode ocorrer quando o ofendido for o cônjuge, ascendente, descendente, ainda que adotivo, ou irmão do doador.

Ademais, a revogação por qualquer desses motivos deverá ser pleiteada dentro de um ano, a contar de quando chegue a conhecimento do doador o fato que a autorizar, e de ter sido o donatário o seu autor, na forma do artigo 559 do Código Civil.

Todavia, não se revogam por ingratidão as doações:

         puramente remuneratórias;

         as oneradas com encargo já cumprido;

         as que se fizerem em cumprimento de obrigação natural

Neste caso, a revogação não pode prejudicar os direitos adquiridos por terceiros e também não obriga o donatário a restituir os frutos percebidos antes da citação válida; mas sujeita-o a pagar os posteriores e, quando não possa restituir em espécie as coisas doadas, a indenizá-la pelo meio-termo do seu valor, na forma do artigo 563 do Código Civil.

Reversibilidade dos bens

 Na forma do artigo 547 do Código Civil, o doador pode estipular que os bens doados voltem ao seu patrimônio, se sobrevier ao donatário. Todavia, esta cláusula não prevalece em favor de terceiro.

Uso indevido da doação

 É frequente o uso de contratos de doação que não tem propriamente esta natureza. Não raras vezes, as associações e fundações utilizam-se erroneamente desta forma de contratação.

Muitas entidades do Terceiro Setor tratam como doações as relações com naturezas jurídicas diversas. Porém, essas relações cotidianas não têm em sua essência a mera liberalidade na transferência de bens ou vantagens.

Ao não dar a característica jurídica adequada ao negócio celebrado, o ato passará a ter sua validade questionável, prejudicando a exigibilidade da prestação na hipótese de não cumprimento do contrato. Assim sendo, é de fundamental importância que haja clara identificação da natureza jurídica do negócio celebrado, ficando claro também o momento da extinção do vínculo entre as partes.

Acordada a doação, recomenda-se a elaboração de um contrato, observando-se alguns elementos essenciais, são eles: a) o tipo de doação, se pura e simples ou com encargos (existência de contrapartidas); b) especificação e quantificação dos recursos financeiros, bens ou serviços; c) normas sobre a manutenção e destinação dos recursos financeiros ou bens; d) previsão das hipóteses para revogação da doação, quando com encargos e da reversão ou não dos bens; e) a vinculação da verba para projetos específicos ou a permissão da livre disposição dos valores recebidos; f) modo de avaliação dos resultados da aplicação dos recursos ou bens; g) uso da marca e do nome dos envolvidos; h) prazos.

Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação

 O ITCMD – Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação – incide sobre a transmissão de qualquer bem ou direito havido por doação, sendo responsável pelo recolhimento o beneficiado pela doação.

Todavia, observados os requisitos da lei, que é de competência dos estados, podem as associações e fundações requerer a isenção.

 

Patrocínio

Patrocínio é a transferência gratuita, a pessoa física ou jurídica de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos, de recursos financeiros para a realização de projetos culturais, com finalidade de publicidade; bem como a cobertura de gastos ou utilização de bens móveis ou imóveis, do patrimônio do patrocinador, sem transferência de domínio, para a realização de projetos culturais, por pessoa física ou jurídica, de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos.

O patrocínio é uma modalidade de incentivo prevista na Lei n° 8.313/91, amplamente conhecida como Lei Rouanet.

Subvenções Sociais

 Subvenções Sociais são as transferências destinadas a cobrir despesas de custeio de entidades beneficiadas, públicas ou privadas, de caráter assistencial ou cultural, sem finalidade lucrativa, conforme dispõe o artigo 12, parágrafo 3º da Lei n° 4.320/64.

A subvenção é concedida às entidades sem fins lucrativos que prestarem serviços essenciais de assistência social, médica e educacional, de forma suplementar aos recursos de origem privada.

Auxílios

Os auxílios consistem em dotações derivadas da Lei do Orçamento que constituem transferência de capital para investimento, independentemente de contraprestação direta de bens ou serviços, conforme dispõe o artigo 12, parágrafo 6º da Lei n° 4.320/64.

As entidades sem fins lucrativos precisam preencher alguns requisitos para gozar do auxílio, dentre os quais destaca-se:

a) ser entidade de atendimento direto e gratuito ao público, voltada ao ensino especial, ou representativas da comunidade escolar das escolas públicas estaduais e municipais do ensino fundamental, ou ainda unidades mantidas pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade (CNEC);

b) ser cadastrada junto ao Ministério do Meio Ambiente;

c) direcionar-se para as ações de saúde e de atendimento direto e gratuito ao público, prestadas pelas Santas Casas de Misericórdia e demais entidades filantrópicas.

 

Incentivos fiscais para doação

Feitas por Pessoas Físicas

As pessoas físicas interessadas em fazer doações e obter vantagens fiscais podem promover:

(a) doações aos fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente;

(b) doações destinadas a projetos culturais e artísticos;

(c) doações destinadas à atividade audiovisual

As doações feitas por pessoas físicas diretamente a entidades do Terceiro Setor não são incentivadas.

Feitas por Pessoas Jurídicas

As Pessoa Jurídicas tributadas pelo regime do lucro real interessadas em fazer doações incentivadas, podem promover:

(a) doações para entidades, sem fins lucrativos, que possuam título de Utilidade Pública ou que sejam qualificadas como OSCIP;

(b) doações para instituições de ensino e pesquisa;

(c) doações destinadas a projetos culturais e artísticos;

(d) doações para os Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente;

(e) doações destinadas à atividade audiovisual.

As doações feitas por Pessoa Jurídicas tributadas pelo Simples ou pelo lucro presumido ou arbitrado não são incentivadas.

Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente

Doações de valores

 a) Por Pessoas Físicas

As pessoas físicas interessadas em fazer doações para os Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente, nos âmbitos federal, estadual e municipal, podem deduzir o valor correspondente a 6% do valor do imposto sobre a renda devido.

Todavia, o valor correspondente a 6% é o limite máximo de dedução feitas aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente, aos projetos abrangidos pela Lei Rouanet e pelas atividades audiovisuais, não havendo aplicação de limites específicos dessas deduções.

b) Por Pessoas Jurídicas

 As Pessoa jurídicas interessadas em fazer doações para os Fundos podem o valor correspondente a 1% do valor do imposto sobre a renda devido. Podem doar aquelas tributadas com base no lucro real.

Doações de bens

As pessoas físicas e jurídicas podem doar bens aos Fundos. O valor utilizado para cálculo das deduções é aquele que serviu de base para o recolhimento do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação – ITCMD.

As porcentagens de dedução são iguais às de doações de valores.

(do site http://www.terceirosetoronline.com.br)